Duas personagens, retiradas da vida comum, entram em palco. São guiadas por uma mão invisível, levadas sabe Deus pelo quê! Flutuam! Vítimas das suas próprias vontades, entram num jogo de representação e afiguram-se como contadoras de uma nova história da criação do mundo.
A concepção do amor, do ódio, da guerra e do sexo
A cópia do nosso universo físico
Quedas da lua para a terra, contra as quais não nos
Podemos defender
Na nuvem hei-de pôr o meu marco, e será um símbolo
Entre mim e a terra...
Os Flutuantes

